TAÍ – TERRITÓRIO ARTÍSTICO IMIGRANTE – Mostra reúne a arte de imigrantes residentes em São Paulo

Coletivo Digital

TAÍ – TERRITÓRIO ARTÍSTICO IMIGRANTE – Mostra reúne a arte de imigrantes residentes em São Paulo

Mostra reúne a arte de imigrantes residentes em São Paulo. Cinema Fotografia, Artes Plásticas, Música, Intervenções Artísticas, Contação de Histórias

TAi flyer versão finalDe 04 de junho a 02 de julho, a Mostra TAÍ – reúne, em diferentes expressões artísticas, o trabalho de imigrantes residentes em São Paulo ou obras que têm a imigração como tema.

Já em seu início (dia 04), a TAÍ abre com uma exposição de artes de dois pintores – Alexis Flores Perez e Isidro Sanene (cubano e angolano) – e do fotógrafo Dom Alberto (boliviano). Complementam com grande estilo a abertura do evento, intervenções artísticas do Quarteto Escolhidos (angolanos e congoleses), em versão capela; Aboubacar Sidibé (da Guiné) e Lenna Bahule (de Moçambique).

A Mostra ainda conta com Cine/Debates que acontecem todas as sextas-feiras do mês, às 19h, tendo a temática da imigração como foco.

Ao final, no dia 02 de julho, a partir de 18h, apresentações musicais encerram a programação. Sobem ao palco o Quarteto Escape (Equador e Brasil), Os Escolhidos (angolanos e congoleses), em versão banda; e Fareta Sidibé (Guiné). Todas as atividades são gratuitas.

Realizado em parceria entre os Coletivos Visto Permanente e Coletivo Digital, a TAÍ funciona como um aquecimento para o VII Fórum Social Mundial das Migrações que acontece em São Paulo de 7 a 10 de julho.

SERVIÇO:
TAÍ – TERRITÓRIO ARTÍSTICO IMIGRANTE
Onde: Sede do Coletivo Digital
Endereço: Rua Cônego Eugênio leite, 1117 – Pinheiros – SP
Quando: 04 de junho a 02 de Julho
Dia 04.06 –  Abertura de Exposição – 18h às 22h
Sextas de junho: Cine/Debates (todas) – 19h às 22h
Dia 02.07 – Apresentações Musicais (Encerramento) – 18h às 22h
Quanto: Grátis

PROGRAMAÇÃO COMPLETA:

DIA 4 – Sábado -ABERTURA de Exposição

Alexis Flores Perez (Cuba) – Artes Plásticas
Dom Alberto (Bolívia) – Fotografias
Isidro Sanene (Angola) – Artes Plásticas

Intervenções Artísticas de:
Aboubacar Sidibé (Guiné) –
Lenna Bahule (Moçambique)
Quarteto Escolhidos (Congo e Angola)

DIA 10 – Sexta / 19h – Cine/Debate

IMIGRAÇÃO EM SÃO PAULO

– 100% boliviano, mano (Luciano Onça e Alice Riff, Brasil, 2014)
– Vidas Ausentes (Ronaldo Dimer, Brasil, 2015)
– Galeria Presidente (CINCO, Brasil, 2015)

DIA 17 – Sexta / 19h – Cine/Debate

IMIGRAÇÃO E RACISMO

– A Ponte (Irene Gutierrez e Youssef Drissi, Espanha, Marrocos, 2015)
– Naufrágio (Morgan Knibbe, Holanda/Itália, 2014)
– Cara Suja (Santiago Zannou, Espanha, 2004)
– Aïssa (Clément Tréhin-Lalanne, França, 2014)

DIA 24 – Sexta / 19h – Cine/Debate

IMIGRAÇÃO E TRABALHO

– Sexy Shopping (Antonio Benedetto e Adam Selo, Itália, 2014)
– Dois na Fronteira (Tuna Kaptan e Felicitas Sonvilla,Turquia/Alemanha, 2013)
– Circuito Interno (Julio Martí, Brasil, 2010)
– Loin du 16eme (Daniela Thomas e Walter Salles, Brasil/França, 2006)
– 400 Malas (Fernanda Valadez, México, 2014)

DIA 2 de Julho – Sábado

Apresentações de:

– Quarteto Escape (Equador/Brasil)
– Os Escolhidos (Angola/Congo)
-.Fareta Sidibé (Guiné)
Programação disponível online em: www.coletivodigital.org.br / www.facebook.com/coletivodigita

SOBRE OS ARTISTAS

ABOUBACAR SIDIBÉ… Aboubacar é de Boké, Guiné-Conacri, e vive em São Bernardo há cerca de cinco anos. É músico, contador de histórias, escritor e bailarino. Atualmente desenvolve um livro de contos sobre a história da sua cidade, conta histórias acompanhado de sua Kora e é professor de música e dança tradicional da Guiné.

ALEXIS FLORES… Alexis é um pintor e fotografo cubano que atualmente reside em Osasco. Crescido na Santeria, suas pinturas refletem um imaginário profundamente influenciado pela religiões afro-latino-americanas e pela história de Cuba. Com linhas marcadas, cor potentes e formas dançantes, Alexis assina o seu amor pelas tradições afro-cubanas.

DON ALBERTO fotografa a comunidade boliviana de São Paulo há cerca de 40 anos. Acompanhando incansavelmente todas as reuniões de bolivianos da cidade, desde batizados, a festas pátrias, Don Alberto possui um gigantesco acervo de fotografias e negativos que traçam uma história da vida da comunidade na cidade. Ao vender as fotos na Praça Kantuta a preços baixos, o fotógrafo socializa a memória dos povos bolivianos de São Paulo e vai distribuindo por cada canto pedaços de si.

O ESCAPE QUARTETO é um grupo de música instrumental que se formou em torno da música erudita, favorecendo os novos modelos apresentados no século XX e XXI. Formado pelos músicos Gustavo Nunes (clarone/clarinete), João Luis Prado (flauta), Emília Borja (vibrafone) e Matheus Pezzotta (violão), propõe um repertório que transita entre diversas linguagens artísticas e vem desenvolvendo um “sotaque” próprio.

OS ESCOLHIDOS são um conjunto de música congolesa constituído por jovens angolanos e congoleses. Reunidos em torno da igreja KCC da Zona Leste, desenvolvem um trabalho que mistura gêneros africanos como aguaya, zouk e rumba congolesa com gêneros afro-americanos como jazz, blues e soul.

ISIDRO SANENE Isidro Sanene é pintor e poeta angolano. Vive no M’boi Mirim, onde se organiza como artista com coletivos da periferia de São Paulo. Nunca perdendo a sua relação com África e com temas raciais, pensa a arte como “o caminho mais fácil para humanizar o mundo”.

LENNA BAHULE iniciou sua formação em música aos cinco anos tendo ingressado na Escola Nacional de Música (ENM) em Maputo- Moçambique onde nasceu. Desde 2012, radicada em São Paulo, fundamentou sua pesquisa sobre a música vocal e diferentes caminhos para o uso da voz e do corpo como instrumento musical e de expressão artística. Atualmente, além de suas apresentações “SOLO”, acabou de lançar o seu primeiro CD intitulado NÔMADE”. Compõe também o trio vocal ZULEPE, o BAHULE QUARTET e é também membro integrante do grupo de dança sul-africana, GUMBOOT dance Brasil.

SOBRE OS COLETIVO PARCEIROS    

VISTO PERMANENTE é um espaço virtual no qual se representam as comunidades imigrantes da cidade através da sua expressividade artística. É um acervo vivo que pretende reivindicar a pertença do Imigrante a São Paulo e seu direito à cidade, à cidadania e memória.

“TAI é uma pequena mostra que se debruça sobre um tema central para a cidade de São Paulo e a contemporaneidade: a imigração. Como tal, TAI se expressa a partir de dois eixos: uma mostra do panorama artístico imigrante que taí na cidade e uma mostra de filmes sobre imigração acompanhada de debates. Assim, TAI procurará se construir como um território de reivindicação da cidadania e da cultura dos imigrantes, construída a partir de experiências variadas de intervenção artística de imigrantes e sobre imigração.”

COLETIVO DIGITAL se dedica à inclusão digital, democratização do conhecimento e da produção cultural por meio das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) e do uso de Softwares Livres. Formado em 2005, o Coletivo já atuou, entre outras coisas, em Políticas Públicas diversas nestas áreas, desde o âmbito municipal até o nacional em parceria com agentes públicos, outras ONGs e grandes Universidades do país. Há pouco mais de um ano, o Coletivo Digital tem intensificado o uso de sua sede como um Centro Cultural, onde realiza apresentações artísticas diversas e oferece cursos.

TAI: Para o Coletivo Digital, co-realizar uma Mostra como a TAÍ é oportunidade de grande aprendizado e de realização. Ao longo de nossa existência sempre nos pautamos pela garantia de acesso à informação, conhecimento e cultura. Essa Mostra nos coloca diante de um encontro raro e prolífico de linguagens e conhecimentos.

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